Abraji

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

APA DE GUAPIMIRIM VAI COMEMORAR 30 ANOS






No próximo dia 15 de novembro, à partir das 9 horas, a Área de Proteção Ambiental (APA) Guapimirim, na Baixada Fluminense completará 30 anos entre desafios e conquistas. Para celebrar esse marco, a Unidade de Conservação sediará uma série de atividades comemorativas. Entre as ações previstas, estão:
  • plantio de mudas com o apoio do voluntariado da Fundação SOS Mata Atlântica,
  • limpeza de lixo das margens do Rio Guapimirim,
  • observação de aves,
  • teatro ambiental e  músicas,
  • visita ao viveiro de mudas e ao minhocário,
  • premiação dos concursos de desenho, redação, gastronomia e fotografia amadora.
Os eventos acontecerão na sede da APA ( BR 493 – Estrada Magé Manilha – KM 12,8 – Vale das Pedrinhas – ao lado do Rio Guapi-Mirim)
Inscrições e informações: as fichas e instruções para inscrição no evento estão disponíveis através do e-mail: apaguapimirim30anos@gmail.com ou telefone (21) 2633-0079.
Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim

A APA de Guapimirim é uma importante Unidade de Conservação Federal, responsável pela proteção de manguezais na Baía de Guanabara. A unidade está localizada no Recôncavo da Baía da Guanabara, na região Metropolitana do Rio de Janeiro, a 50 minutos do centro da capital. Nela, se pode encontrar um paraíso ecológico com alguns dos últimos remanescentes de manguezal da baía, o que torna o local uma boa opção para a prática de ecoturismo.
Com aproximadamente 14 mil ha, a APA foi criada em 25 de setembro de 1984, pelo Decreto Federal nº 90.225. Esta importante área da Mata Atlântica está localizada num vale formado pela base do Dedo de Deus, Serra dos Órgãos, fazendo limite com os municípios de Teresópolis e Petrópolis (norte), Itaboraí e fundos da Baía de Guanabara (sul), Cachoeiras de Macacu (leste) e Magé (oeste) e abriga da Estação Ecológica da Guanabara, que protege os mais preservados manguezais do Brasil.
A Fundação SOS Mata Atlântica apoia a unidade com mutirões de seu Programa de Voluntariado e através do Fundo Guanabara, criado em 2008 para beneficiar a Estação Ecológica (Esec) de Guanabara que fica no coração da APA.
“O Fundo dá segurança à unidade de conservação para que suas atividades não fiquem paralisadas por falta de recurso para gastos emergenciais ou que não foram contempladas no orçamento governamental. Dessa maneira promovemos o fortalecimento da unidade de conservação e garantimos que atividades essenciais para sua conservação sejam realizadas, como o monitoramento do jacaré-de-papo-amarelo e os mutirões de revegetação. Atividades importantes em uma área onde as ameaças aos remanescente de Mata Atlântica são intensas, tanto provenientes da urbanização descontrolada quanto da industrialização. O Fundo então não só beneficia a Esec mas também a APA, que agora completa seus 30 anos” explica Camila Keiko Takahashi, analista de projetos do Programa Costa Atlântica da Fundação.
Fonte: SOS Mata Atlântica

CAXIAS REÚNE 2 MIL EM SIMULAÇÃO DE ACIDENTES



A prefeitura de Duque de Caxias, através da Secretaria Municipal de Defesa Civil, realizou no final de semana, um simulado para prevenção de acidentes. O local escolhido foi o Polo Industrial de Campos Elíseos. Segundo o secretário de Defesa Civil de Duque de Caxias, coronel Silva Costa, foram desocupadas aproximadamente 2.500 residências. O simulado acontece uma vez por ano, desde 1999.
Durante a simulação com grande participação de voluntários, os moradores abandonaram as casas. De acordo com o cronograma da simulação de acidentes, alguns foram levados para um CIEP próximo e as “vítimas” em estado grave, para os Hospitais Moacyr do Carmo e Adão Pereira Nunes.
A simulação contou ainda com a participação de bombeiros militares, agentes da Defesa Civil, médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de maqueiros e ambulâncias.

Este tipo de simulação deveria ser realizado em toda a Baixada Fluminense. Com o surgimento dos Distritos Industriais, que trazem o desenvolvimento econômico, fica a preocupação com a segurança e com o meio ambiente. Parabéns a Prefeitura de Duque de Caxias pela realização desta simulação. Esperamos que as demais prefeituras da Baixada Fluminense sigam o modelo.

APÓS 10 MESES ITAGUAÍ VOLTA A RECEBER ROYALTIES


Depois de rever as informações enviadas pela Petrobras, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), voltou a enquadrar Itaguaí para fazer parte da Zona de Produção Principal (ZPP). Anteriormente, o município foi enquadrado como Zona Limítrofe (ZL), reduzindo os valores dos repasses com os royalties do petróleo pela metade. A notícia foi comemorada pelo prefeito Luciano Mota (PSDB), que admitiu o erro da Petrobras.
Com o reenquadramento, Itaguaí deverá receber nos próximos meses R$ 33 milhões, em 10 cotas corrigidas monetariamente. Para fazer parte da ZPP, o município deve ter no mínimo três instalações ligadas à produção do petróleo. As informações fornecidas pela Petrobras deram conta que Itaguaí não possuía tais instalações, ocasionando toda a confusão. Especialistas no assunto acreditam na possibilidade de retaliação política, levando-se em consideração que o prefeito é filiado ao PSDB, apoiou e pediu votos para o tucano Aécio Neves à presidência da República. Será?

De acordo com Luciano Mota, os recursos dos royalties do petróleo virão no momento certo, onde serão aplicados em obras de saneamento, drenagem e pavimentação de várias ruas os bairros da periferia. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Juiz quer receber por acúmulo de função e diz que faz trabalho escravo


Matéria publicada pelos jornalistas Adriana Cruz e Daniel Pereira do site JusBrasil, informam que o juiz Rogério Tobias de Carvalho da 1ª Vara Federal de Niterói, alegou o magistrado classificou as suas atividades como “trabalho escravo” e que não irá trabalhar forçado por falta de substituto. O juiz alegou que julgará apenas processos com final de número par e que pretende receber por acúmulo de função, ou seja, verba extra.
Segundo a matéria, um juiz federal recebe em torno de R$ 14 mil. Para justificar a sua decisão o magistrado alegou que o governo federal se enriquece ilicitamente com o seu trabalho há vários anos, enquanto ele acumula processos gratuitamente, sem nenhuma remuneração ou indenização.
Na sua decisão o juiz Tobias de Carvalho defendeu que tem que receber verba extra quando trabalhar por dois. O juiz explicou que questões que envolvem risco à vida e à liberdade, o acúmulo é aceitável. O juiz citou o artigo 149 do Código Penal que prevê trabalho escravo.