Abraji

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

André Ceciliano

Errar é humano. Persistir no erro...














Tenho acompanhado em silêncio o desenrolar dos trabalhos dos parlamentares estaduais. O novo presidente assumiu e muitas nomeações foram feitas. Como moro e trabalho em Japeri, não poderia me omitir em relação aos fatos que vem ocorrendo. O ex-prefeito de Paracambi e suplente de deputado estadual em exercício na ALERJ, André Ceciliano (PT), que foi candidato a prefeito e que tem DOMICÍLIO ELEITORAL em Japeri, mas, que na realidade mora em PARACAMBI, assumiu a suplência com o pé esquerdo. No dia da sua posse, Ceciliano foi o protagonista e “roubou a cena”, na matéria que foi ar na TV Globo, em várias editorias (Bom Dia Rio, RJ TV 1ª Edição e RJ TV 2ª Edição), referente aos suplentes que assumiram mandatos com a ida de deputados para o secretariado de Cabral. O repórter Paulo Renato Soares, resumiu com certo brilhantismo as denúncias do Ministério Público (MP) de Paracambi, sobre as ações em que o agora deputado responde na justiça.
Um dos processos é sobre a falsificação de documentos, onde segundo o MP, Ceciliano teria tentado ludibriar o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). A outra denúncia é referente à compra de móveis escolares sem licitação. As denúncias foram aceitas pela justiça em Paracambi. Entretanto, como Ceciliano assumiu o mandato de deputado, mesmo sendo suplente, tem direito a foro privilegiado, ou seja, só pode ser processado pelo Tribunal de Justiça (TJ-RJ), com autorização da ALERJ. Na entrevista concedida ao repórter, André Ceciliano foi enfático ao esclarecer sobre as denúncias: “Político não tem que se explicar! Só em estar se explicando é ruim! Mas a gente tem o momento certo de se defender, de ser notificado, e a gente vai passar por isso tranqüilo”, concluiu o parlamentar.
Depois da entrevista, Ceciliano volta à cena: Dessa vez, apresentou em “parceria” com o deputado Gilberto Palmares (PT), o Projeto de Resolução Nº 20/2011, que concede a Medalha Tiradentes e o respectivo Diploma ao Dr. Alberto José Rodrigues Saá, governador da província de San Luis na Argentina. Em sua justificativa, Ceciliano economizou no texto: “O Dr. Alberto José Rodrigues de Saá é Governador da Província de São Luiz, da República Argentina, Advogado, formou pela Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidade Nacional de Buenos Aires em 1974 e, pós graduado na Universidade de Salamanca na Espanha. Seu currículo é extenso e demonstra sua capacidade intelectual e profissional nas diversas áreas do conhecimento humano. O agraciado desenvolve inúmeras ações em prol da população do Estado do Rio de Janeiro, em especial a celebração de convênios para fomento das atividades culturais e turísticas entre o Estado do Rio de Janeiro e a província Argentina de São Luiz, acarretando inegáveis benefícios para a população Fluminense, razão pela qual faz jus à honraria da concessão da Medalha Tiradentes”.
Curiosidade de jornalista é fogo... Antes de falar sobre a Medalha Tiradentes e a minha curiosidade, preciso expressar minha opinião sobre as acusações do MP a André Ceciliano. O deputado, um político experiente e “democrata”, dizer que “político não tem que se explicar, só em estar se explicando é ruim”, concluo: COMO É QUE É? ASSUME MANDATO E NÃO TEM QUE SE EXPLICAR? TUDO BEM QUE O MANDATO "CAIU NO COLO", QUE O DEPUTADO NÃO FOI ELEITO, É SUPLENTE... MAS ESPERA AI: SE ESTÁ NO MANDATO, TEM QUE SE EXPLICAR SIM SENHOR! A entrevista de Ceciliano não pode e não deve servir como exemplo aos jovens políticos. Já pensou se vira moda? Toda a falsificação e ou compra sem licitação, sem explicação? EU EIN! Estava aqui pensando com os meus botões... Uma pessoa vai a um partido político, se filia, se candidata, busca votos e faz promessas. Depois chega na TV e diz: "Político não tem que se explicar..." Tá de brincadeira... Agora vamos a Medalha Tiradentes: O deputado tem liberdade de indicar quem bem entender, é um direito do parlamentar. Entretanto, governador da Argentina? Pelo amor de Deus! Nascido e criado em Paracambi, eleitor em Japeri, assume um mandato e resolve homenagear alguém. Homenageia o governador de uma província Argentina? E mais: Colocou o nome da província errado. Deputado, não é São Luiz da Argentina, é San Luis. Professores, diretores de escolas, empresários, políticos, enfim, tanta gente boa que poderia ter sido homenageada... Que desperdício.
Ai vem à curiosidade do jornalista: Fui pesquisar e descobri que San Luis está situada no centro-oeste do país, com pouco mais de 400 mil habitantes. Limita-se ao norte com a província de La Rioja, a leste com Córdoba, ao sul com La Pampa, a oeste com Mendoza e a noroeste com San Juan. Sua capital é a cidade homônima de San Luis. Quanto ao homenageado, foi senador e governador reeleito pelo Partido Justicialista (PJ), também conhecido como partido Peronista. Em 2003, o governador Alberto José Rodrigues Saá, foi candidato a presidência na Argentina e será candidato novamente (fonte: Wikipédia). Pesquisando atentamente, não encontrei nada que relacionasse o governador Saá com o Rio de Janeiro. Encerro mandando uma mensagem para Ceciliano: "Apesar de reconhecer que lhe caiu no colo, utilize com sabedoria o mandato que Vossa Excelência, assumiu. Quanto aos processos que responde, abra mão de sua imunidade parlamentar e prove aos seus eleitores o quanto é inocente. Errar é humano, persistir no erro"... Estou disponibilizando aos nossos leitores: A íntegra da publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, da Resolução da Medalha Tiradentes, o site da província de San Luis http://www.sanluis.gov.ar/ e ainda o vídeo da matéria exibida na TV Globo.

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 20/2011

CONCEDE MEDALHA TIRADENTES E RESPECTIVO DIPLOMA AO DR. ALBERTO JOSÉ RODRIGUEZ SAÁ, GOVERNADOR DA PROVÍNCIA DE SÃO LUIZ DA ARGENTINA.

Autor(es): Deputados ANDRÉ CECILIANO, GILBERTO PALMARES

DESPACHO:

A imprimir e à Comissão de Normas Internas e Proposições Externas. Em 17.02. 2011

DEPUTADO PAULO MELO PRESIDENTE.

A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RESOLVE:

Art. 1º - Fica concedida Medalha Tiradentes e respectivo diploma ao DR. ALBERTO

JOSÉ RODRIGUEZ SAÁ, GOVERNADOR DA PROVÍNCIA DE SÃO LUIZ DA ARGENTINA.

Art. 2º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.

Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 17 de fevereiro de 2011.

Deputados ANDRÉ CECILIANO, GILBERTO PALMARES, André Corrêa, Luiz Martins, Rosangela Gomes, Aspásia Camargo, Clarissa Garotinho, Gerson Bergher, Janio Mendes, Lucinha, Roberto Henriques, Xandrinho.

JUSTIFICATIVA

O Dr. Alberto José Rodrigues de Saá é Governador da Província de São Luiz, da República Argentina, Advogado, formou pela Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidade Nacional de Buenos Aires em 1974 e, pós graduado na Universidade de Salamanca na Espanha. Seu currículo é extenso e demonstra sua capacidade intelectual e profissional nas diversas áreas do conhecimento humano. O agraciado desenvolve inúmeras ações em prol da população do Estado do Rio de Janeiro, em especial a celebração de convênios para fomento das atividades culturais e turísticas entre o Estado do Rio de Janeiro e a província Argentina de São Luiz, acarretando inegáveis benefícios para a população Fluminense, razão pela qual faz jus a honraria da concessão da Medalha Tiradentes Encaminho em anexo, o currículo do ilustre agraciado que comprovam a sua capacidade.

  

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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Faltou treinar, peixe




O deputado federal Romário (PSB-RJ), enfim entrou em “campo” na Câmara dos Deputados. Mesmo tendo direito a vinte e cinco minutos conforme prevê o regimento interno da Casa, o deputado usou pouco mais de cinco minutos, sendo aparteado pelos colegas, que mais pareciam fãs. A Sessão foi presidida pelo 4º secretário da Mesa Diretora, o experiente Inocêncio Oliveira (PR-PE), que teve que dar um “puxão de orelhas”, nos deputados que se comportaram como “tietes” de Romário.
Jonas Donizetti e Júlio Delgado, ambos do PSB e representantes de São Paulo e Minas Gerais, respectivamente, exaltaram as qualidades de Romário como jogador e lembraram que “seu” Edevair, pai do agora deputado deve estar muito orgulhoso com mais uma conquista do filho. Onofre Santo Agostini (DEM-SC), vascaíno, se colocou à disposição do deputado: “Seremos parceiros”, definiu. O deputado Agostini sabe que o partido dele e o de Romário são opostos? A deputada Ana Arraes e o colega Valtenir Pereira, representantes de Pernambuco e Mato Grosso, do mesmo partido do ex-craque, parabenizaram as duas bandeiras de Romário: Esporte para todos e a luta pelos direitos dos deficientes. Quem roubou a cena, entretanto, foi o deputado Renan Filho, do PMDB de Alagoas (adivinha de quem ele é filho?). Em seu primeiro mandato como deputado, Renan Filho, se apresentou para apartear o deputado, saudando Romário em nome do Congresso Nacional. Pode?
A realidade é a seguinte: “É muita vela pra pouco santo”. Até agora o que o deputado Romário produziu como deputado, foi isso ai! Um discurso elaborado por algum assessor e muito mal lido no Plenário. Vai defender o esporte e os deficientes. Não apresentou até o momento nenhum projeto em ambas as áreas. Renan Filho alardeou que a presença de Romário trará “holofotes positivos” para a Casa. Não deve ter lido os jornais da semana passada, quando o ex-craque estava dando expediente na praia, jogando futevôlei e faltando a Sessão. Os apartes foram ridículos e fora do tema do discurso do deputado. Tanto que Inocêncio de Oliveira teve que chamar a atenção dos aparteadores.
Romário falou resumidamente da tragédia na região Serrana e lembrou o incêndio na Cidade do Samba. Finalizou o seu discurso, falando sobre os grandes eventos esportivos no Brasil: Copa das Confederações, Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Os problemas todos sabem. Solução não apresentou nenhuma. Quanto às críticas, devem ser mesmas construtivas, começando com estas: Deputado faça um curso de oratória e aprenda a falar em público. É correto ler o discurso. Mas precisa ser na íntegra? Onde está o improviso? Considere a Tribuna como uma "pequena área"... Nitidamente nervoso, diante de pouco mais de dez deputados e lendo, o ex-jogador escorregou nas palavras difíceis e se continuar como está, certamente terminará a sua carreira como tantos outros: Deputado de um único mandato. Vamos lá “peixe”. Treine e entre em campo para ser um craque na política. Não decepcione os seus quase 150 mil eleitores que votaram em Vossa Excelência, como forma de agradecer por tudo que fizeste pelo futebol, a paixão nacional.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O ex-deputado e ex-presidente da ALERJ, Jorge Picciani




Chega ao fim a “era” Picciani?




Com a eleição do deputado estadual Paulo Melo (PMDB), à presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), encerra-se o ciclo do ex-deputado Jorge Picciani (PMDB) na ALERJ. O político que ficou à frente do Poder Legislativo do estado por oito anos, sucedendo o atual governador Sérgio Cabral Filho, seu amigo, é filho de um padeiro e uma doceira e entrou na política através do Partido Social Brasileiro (PSB), concorrendo como deputado estadual e vereador pela capital, sendo derrotado em ambas às vezes, no bairro onde nasceu e foi criado, Mariópolis, subúrbio do Rio. Foi eleito pela primeira vez deputado estadual no Partido Democrático Trabalhista (PDT). Em seguida filiou-se ao PMDB, sendo sempre reeleito.
Em 2006, lançou a candidatura de seu filho Leonardo para deputado federal e recentemente ao optar pela candidatura ao Senado Federal, lançou outro filho, Rafael, a uma cadeira na ALERJ. Rafael foi eleito, o pai não. A trajetória de Picciani foi marcada por diversos avanços: criou a TV Alerj, a Escola do Legislativo e o Parlamento Juvenil. O site teve mais transparência e a presença dos parlamentares e as viagens que os mesmos fazem, passaram a ser do conhecimento público. Com Picciani, as minorias tiveram espaço nas Comissões Permanentes. O deputado Marcelo Freixo (PSOL), menos votado em 2006, foi escolhido por Picciani para presidir a Comissão de Direitos Humanos. A polêmica e eficiente deputada Cidinha Campos (PDT), para presidir a Comissão de Defesa do Consumidor. Ambos deram certo. As polêmicas também fizeram parte da trajetória de Picciani. Contador e estatístico por formação e pecuarista por opção, Picciani preside o milionário Grupo Monte Verde, gigante na produção de gado de alto desempenho, que possui fazendas no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso. Em 2003, passou por um dos momentos mais turbulentos: A denúncia de escravidão em uma de suas fazendas, em São Félix do Araguaia, Mato Grosso. Lá, o Ministério Público do Trabalho, constatou que dezenas de trabalhadores trabalhavam em regime de escravidão (servidão por dívida).  Picciani e a Procuradoria Regional do Trabalho formalizaram o Termo de Ajuste de Condutas.
 Na eleição ao Senado Federal, Picciani contava com o apoio do governador e era o candidato do governo estadual. Apoiado por dezenas de prefeitos tinha pela frente o desafio de enfrentar nas urnas, pesos pesados da política: o ex-prefeito do Rio, Cesar Maia (DEM), o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT) e o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). Picciani superou Maia. Lindberg e Crivella, com o apoio do ex-presidente Lula, foram eleitos. Agora a ALERJ, elegeu o “candidato” de Picciani, Paulo Melo. Mas fica uma pergunta no ar: Paulo Melo fará o que Picciani mandar? Lembro-me que em 2009, Picciani esteve em Japeri, para a solenidade de entrega de Título de Cidadão Japeriense ao filho Leonardo. Na oportunidade, Picciani confidenciou a mim e a ex-deputada Waldeth Brasiel (PR): “Serei senador. Serei eleito com mais de um milhão de votos na frente do segundo colocado!”. Perdeu para Crivella (2º colocado) por 300 mil votos de diferença. Picciani não foi convidado a ser ministro de Dilma e se foi convidado para o secretariado de Cabral, preferiu ser presidente do PMDB e reorganizar o partido no estado. Cenas do próximo capítulo...


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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Deus vai nos dar um CROSS FOX vermelho, quem crer diga... Amém!


Igreja Universal é condenada
a pagar indenização

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a indenizar em R$ 20 mil uma seguidora da instituição: Silvia Massulo Volkweis, diagnosticada com Transtorno Afetivo Bipolar, entrou com uma ação por se sentir coagida moralmente a fazer doações à igreja em troca de supostas recompensas divinas. Segundo a assessoria do Tribunal de Justiça (TJ), a ex-membro da igreja, disse que passou a frequentar diariamente o culto quando passava por uma crise conjugal, cujo desfecho foi à separação. Penhorou jóias e vendeu bens para dar conta do dízimo (10% dos rendimentos da fiel) e diversas “campanhas”.
Com base em depoimentos e declarações de Imposto de Renda, o TJ calculou redução de cerca de R$ 292 mil no patrimônio de Silvia. Segundo informações, não há como provar, contudo, que o prejuízo seja integralmente atribuído às doações. Na época, segundo o TJ, a fiel afirmou que se submetia a tratamento psiquiátrico e que não tinha juízo crítico. Ela diz que hoje vive em situação miserável e pediu indenização por danos material e moral.
Em sua defesa, a Igreja Universal do Reino de Deus, invocou o direito constitucional à liberdade de crença e a inexistência de prova das doações. Em 2010, a Justiça de Esteio (região metropolitana de Porto Alegre) negou o pedido de indenização. Ela recorreu e a 9ª Câmara Cível do TJ reformou a decisão. O processo, que correu em segredo de Justiça, foi divulgado recentemente (a fonte é do site folha.com). Estava aqui pensando com os meus botões: O que será que passa pela cabeça dessas pessoas (tirando o milagre fácil, é óbvio), que as conduz a qualquer coisa sem o mínimo de bom senso. Como bom insone (pessoa que passa a noite sem dormir), assisto muitos programas na TV. Muitas igrejas e pastores prometendo milagres e exibindo depoimentos, que vão desde curas “impossíveis” até sucessos financeiros que transformaram “mendigos e miseráveis” em pessoas com muitas casas próprias, carros importados e empresas que faturam muito. Quem assistiu algum desses programas, sabe do que estou falando: “Eu morava de favor. Depois que passei na corrente tal, sou dona de um prédio” e por ai vai. Antes de encerrar, preciso deixar algo bem esclarecido: existem pessoas que trabalham com ética e outras não, seja a profissão qual for. O caso da igreja que foi condenada, não é o único do meio evangélico e temos visto que acontece em outras religiões também. Casos de pedofilia e ou assédio sexual, tem sido noticiados com certa frequência nos jornais e em muitas vezes envolve sacerdotes, quer sejam da igreja católica, quer seja dos cultos afro.
No caso da “Universal”, segundo os desembargadores, a igreja abusou do direito de obter doações, mediante coação moral. Por este motivo, reformaram a decisão da primeira instância, condenando a igreja a pagar indenização por danos morais. O pedido de dano material não foi aceito. Que tal se antes de entrarmos de cabeça em um “propósito”, avaliarmos as possibilidades e ter bom senso ao praticar? Navegando pela internet, descobri e estou disponibilizando para vocês um vídeo de pregação de um pastor. É interessante por dois motivos: A pregação é ouvida por outros membros e mostra que determinadas “pessoas” que fazem parte de núcleos religiosos deveriam estar bem mais preparadas.


PREGANDO A "BIBRIA"

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