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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Empresas avaliam comportamento na internet para contratação

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Em casa, no trabalho, até nas férias, para muita gente, as redes sociais viraram diários virtuais. Uma exposição que pode se transformar em armadilha no mercado de trabalho. para os especialistas, "tudo que está no meio digital vira comunitário. Todo mundo sabe, então não tem o que esconder. Tem que estar ciente que pode ser cobrado pelo que postou depois".
O comportamento virtual, porém, está na mira de quem está contratando. Para participar de uma seleção, o currículo e uma boa entrevista já não são suficientes. Algumas empresas de recursos humanos têm um profissional específico para também conhecer melhor como é o candidato na internet. . Segundo a consultora de Recursos Humanos, Ana Cássia Caberlon, tudo começa com uma pesquisa pelo nome da pessoa em sites de busca. "É quase como o trabalho de um detetive, para conhecer um pouquinho mais o candidato, alguma coisa que ele possa ter escondido na entrevista e até mesmo para achar um candidato", definiu (fonte: site gazetaweb).
Tenho abordado com os amigos nas Redes Sociais. Com aqueles que tenho oportunidade de encontrar nas salas de bate papo e que pedem para indicar ao mercado de trabalho, sempre indico além da qualificação profissional, cautela na criação do currículo e referências como por exemplo o próprio e-mail. Como puderam assistir na reportagem e ainda no texto, os recrutadores estão atentos e cada vez mais rigorosos na contratação de novos funcionários.
 
Na opinião dos recrutadores...
 
1 - Se for publicar fotos, evite divulgar imagens com pouca roupa ou consumindo bebidas alcoólicas;
2 - Não escreva palavrões;
Não exponha suas opiniões sobre colegas de trabalho ou sobre a empresa;
3 - Cuidado com os erros de português;
4 - Selecione bem os vídeos postados. Eles podem dar uma ideia errada de você e dos seus gostos.
 
#Fica a Dica#: As críticas também são um perigo. "Depois que está postado, não tem como apagar. Quem viu já viu e, se for um caso de selecionar, pode excluir uma pessoa do processo seletivo em função disso”, diz a psicóloga Ana Lúcia Ramos