(Matéria reproduzida do Blog do Garotinho.)
Abraji
sexta-feira, 8 de março de 2013
Goleiro Bruno é condenado a 22 anos e 3 meses de prisão
O goleiro Bruno Fernandes foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pela morte de Eliza Samudio, assassinada em junho de 2010. A sentença do júri popular foi lida pela juíza Marixa Rodrigues pouco depois das 2h10 desta sexta-feira (8). Bruno foi considerado culpado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado. O ex-capitão do Flamengo poderá recorrer, mas continuará preso em regime fechado.A juíza começou a leitura do veredicto de Bruno, considerando o goleiro "mandante de trama diabólica", e ressaltou o envolvimento dele com tráfico de drogas.O goleiro Bruno tem uma personalidade fria, violenta e dissimulada. É uma personalidade desvirtuada que foge dos padrões mínimos de normalidade. Esses crimes de Bruno Causam extremo temor ao seio da sociedade. A paz social deve ser preservada. Só pelo homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, com uso de asfixia e sem possibilidade de defesa da vítima, Bruno pegou 17 anos e seis meses. A pena foi reduzida em três anos porque o réu "contribuiu com informações durante o testemunho", segundo a juíza.
(Fonte: R7.com - Record)
segunda-feira, 4 de março de 2013
Tiririca descobre o que faz um deputado e se decepciona com a política
Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido popularmente como "Tiririca" nasceu em Itapipoca - CE, no dia primeiro de maio de 1965. em 2010 Tiririca foi eleito no Partido da Republica (PR), onde concorreu ao cargo de deputado federal pelo estado de São Paulo. Tiririca foi o deputado mais votado do país nesta eleição.
Como nem tudo na vida e na política são flores, o palhaço, cantor, humorista e agora deputado se desencantou com o parlamento. Em sua entrevista que foi exibida no Domingo Espetacular do dia 03 de março, conduzida pelo apresentador Paulo Henrique Amorim, Tiririca disse que não será candidato à reeleição e que não pretende concorrer a outro tipo de cargo público. Segundo Tiririca, um dos fatores que o levou a tomar essa decisão, foram os projetos de sua autoria, que mesmo após dois anos de mandato sequer foram aprovados em Comissões da Casa.
Sendo assim, o deputado Tiririca depois que concluir seu mandato voltará aos palcos e para o picadeiro de outro circo. (Fonte: R7 - Record).
Esse é o Tiririca. Fez uma campanha eleitoral divertida e inteligente. Já havia conquistado o público através de "Florentina", desta vez conquistou eleitores, mais de um milhão e trezentos mil, protestaram e prestigiaram o palhaço. Após a consagração nas urnas, veio a decepção com o parlamento. Muitos deputados, Comissões e discussões em Plenário. Na reportagem, Tiririca é enfático: "Faço a minha parte. Sou pago para ficar aqui e votar. Nunca faltei a uma Sessão", definiu. A realidade é que Tiririca não é diferente de muitos parlamentares desse imenso Brasil. Em mais de cinco mil Câmaras Municipais, existem milhares de "Tiriricas". São vereadores que vão até a população e juram amor, fidelidade e muito trabalho. As Câmaras mais produtivas, trabalham no máximo três vezes na semana e o recesso parlamentar acontece em duas vezes ao ano (no Brasil os trabalhadores têm férias apenas uma vez no ano). A grande maioria, muitas vezes nem funciona. Na maior parte dos casos, os projetos dos vereadores pouco tem haver com os interesses da população e buscar recursos para os municípios, virou atividade vital para os prefeitos. Tiririca apresentou um projeto interessante: Que os filhos de artistas circenses possam ser matriculados na Rede Pública, quando mudarem de cidade e que possam através do estudo alcançar objetivos maiores. Não conseguiu vê-lo aprovado. Uma pena! Vai com Deus deputado Tiririca. Seja bem vindo, palhaço Tiririca.
Como nem tudo na vida e na política são flores, o palhaço, cantor, humorista e agora deputado se desencantou com o parlamento. Em sua entrevista que foi exibida no Domingo Espetacular do dia 03 de março, conduzida pelo apresentador Paulo Henrique Amorim, Tiririca disse que não será candidato à reeleição e que não pretende concorrer a outro tipo de cargo público. Segundo Tiririca, um dos fatores que o levou a tomar essa decisão, foram os projetos de sua autoria, que mesmo após dois anos de mandato sequer foram aprovados em Comissões da Casa.
Sendo assim, o deputado Tiririca depois que concluir seu mandato voltará aos palcos e para o picadeiro de outro circo. (Fonte: R7 - Record).
Esse é o Tiririca. Fez uma campanha eleitoral divertida e inteligente. Já havia conquistado o público através de "Florentina", desta vez conquistou eleitores, mais de um milhão e trezentos mil, protestaram e prestigiaram o palhaço. Após a consagração nas urnas, veio a decepção com o parlamento. Muitos deputados, Comissões e discussões em Plenário. Na reportagem, Tiririca é enfático: "Faço a minha parte. Sou pago para ficar aqui e votar. Nunca faltei a uma Sessão", definiu. A realidade é que Tiririca não é diferente de muitos parlamentares desse imenso Brasil. Em mais de cinco mil Câmaras Municipais, existem milhares de "Tiriricas". São vereadores que vão até a população e juram amor, fidelidade e muito trabalho. As Câmaras mais produtivas, trabalham no máximo três vezes na semana e o recesso parlamentar acontece em duas vezes ao ano (no Brasil os trabalhadores têm férias apenas uma vez no ano). A grande maioria, muitas vezes nem funciona. Na maior parte dos casos, os projetos dos vereadores pouco tem haver com os interesses da população e buscar recursos para os municípios, virou atividade vital para os prefeitos. Tiririca apresentou um projeto interessante: Que os filhos de artistas circenses possam ser matriculados na Rede Pública, quando mudarem de cidade e que possam através do estudo alcançar objetivos maiores. Não conseguiu vê-lo aprovado. Uma pena! Vai com Deus deputado Tiririca. Seja bem vindo, palhaço Tiririca.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Picciani diz que PMDB não apoiará reeleição de Dilma no Rio se Lindberg for candidato.
A aliança entre o PT e o PMDB no Rio chegou ao momento mais tenso, desde que as duas siglas se aproximaram, sob as bênçãos do ex-presidente Lula (PT) e do governador Sérgio Cabral (PMDB). Após emitir nota dizendo ser irreversível a candidatura do vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) à sucessão de Cabral, o presidente do partido, Jorge Picciani (foto), afirmou ao EXTRA que, com duas candidaturas (a outra seria a do senador Lindberg Farias - PT/RJ) no Rio, a presidente Dilma (PT) não terá apoio.
O PT é muito bem tratado no governo, bem acima de sua representação na Câmara e na Assembleia. Se houver duas candidaturas, nós não apoiaremos Dilma, por entender que seria prejudicial o palanque duplo. O PT deve ver sua prioridade.
No contra-ataque, Lindberg e outros petistas reafirmaram a candidatura própria e bombardearam de críticas a nota do partido, que será lida no sábado, na Convenção Nacional do PMDB.
Eles não podem decidir sobre a nossa vida. Deviam trabalhar pela candidatura deles, em vez de ficarem preocupados com a nossa. Isso é demonstração de fraqueza, criticou Lindberg.
O presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp, confirmou a candidatura de Pezão. Já o presidente nacional do PT, Rui Falcão, não comentou a crise.
Procurado pelo EXTRA para comentar a crise, o vice-prefeito Adilson Pires (PT) não quis entrar na discussão. Ele é aliado do prefeito Eduardo Paes (PMDB) e tem evitado se manifestar sobre seu lado na disputa. Correligionários temem traição. Pezão preferiu não entrar na briga e disse que se trata de "uma questão partidária" (Reprodução de Matéria e foto publicados no EXTRA ON LINE).
O documento do PMDB foi divulgado na semana em que Lindberg inicia a Caravana da Cidadania, projeto criado pelo ex-presidente Lula e copiado pelo senador, que percorrerá municípios para participar de encontros com moradores, a exemplo do que fez Lula na década de 90 pelo país. O primeiro local é Japeri, na Baixada Fluminense, onde o senador anda acompanhado do ex-prefeito de Paracambi e candidato derrotado duas vezes para a prefeitura local, André Ceciliano (PT).
Com certeza, as Lindetes (fãs do político), estão em polvorosa. Boa pinta, alto e simpático, Lindberg (escrevo sem o h no final, porque foi assim que ele se apresentou na urna eletrônica), arranca suspiros das fãs. Mas e politicamente, como fica? Muitas das fãs, utilizam as redes públicas de saúde e de educação. O que Lindberg e seu pupilo Ceciliano trouxeram em termos de recursos ou benefícios para Japeri? Eu respondo: NADA! ISSO MESMO, NADA! Alguém conhece uma obra ou benefício que vieram para Japeri por ambos? É sempre assim... Até quando o eleitor de Japeri vai continuar a endeusar pessoas que apenas pensam em Japeri como um palanque eleitoral? A trupe de Lindberg está dormindo em Japeri. O "chefe" não. Mas afinal, onde estão hospedados? Alguém sabe? Na casa do André Ceciliano? Não, por que a casa dele é no bairro da Fábrica em Paracambi. A "turma" está ocupando um local conhecido como Casarão, na reta do Marajoara. Política em Japeri é assim: Pedem votos na cidade e dormem em outro município.
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